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top 2009 (discos)

Agosto 11, 2009

lista – em ordem de preferência – dos discos lançados esse ano. sim, sou doente por tops.

01. Together Through Life (Bob Dylan)
02. Music From the North Country: The Jayhawks Anthology (The Jayhawks)
03. Wilco – The Album (Wilco)
04. Already Free (The Derek Trucks Band)
05. Amor Vincit Omnia (Pure Reason Revolution)
06. No Bagagge (Dolores O´Riordan)
07. Dark Was the Night (Vários Artistas)
08. The Eternal (Sonic Youth)
09. Fork in the Road (Neil Young)
10. Veckatimest (Grizzly Bear)
11. Sometimes I Wish We Were an Eagle (Bill Callahan)
12. The Devil You Know (Heaven and Hell)
13. Years of Refusal (Morrissey)
14. The Liberty of Norton Folgate (Madness)
15. American Central Dust (Son Volt)
16. Song Of The Pearl (Arbouretum)
17. A Positive Rage (The Hold Steady)
18. Secret, Profane and Sugarcane (Elvis Costello)
19. Wait For Me (Moby)
20. Tonight (Franz Ferdinand)
21. No Line on the Horizon (U2)

é simples.

Janeiro 30, 2009

mas aí se tu é simpático e/ou atencioso, passam por cima. ou você tem algum interesse a mais. mas se você é indiferente, ou antipático, você é… antipático, grosseiro, estúpido e etc. oito ou oitenta. e as pessoas têm tido – cada vez mais – o péssimo hábito de julgar as atitudes alheias, sendo que, ninguém pode, de fato se pôr no lugar do outro, mesmo que tendo passado por situações similares. ok, um conselho aqui, outro ali por já ter tido experiência similar, tudo bem. no entanto, esquecem-se de que, pensamos e sentimos diferente. quantas vezes você já se pegou falando pra uma pessoa agir “assim, assado” num determinado caso. isso é mais grave ainda quando na mistura há sentimentos, nosso juízo de valores é diferente e cada cabeça é sim, uma sentença. você acha demais, eu acho de menos. é simples.

de quando em vez.

Dezembro 15, 2008

de vez em quando, a gente tem que notar a diferença entre persistência e burrice. tá gritanto na tua cara, né. pô.

eu vou, mas eu volto.

Dezembro 9, 2008

engraçado como virou tipo uma moda ver as coisas de forma pessimista. principalmente nos relacionamentos, no amor, sobretudo. frases de efeito, como: “a solidão é o fim de quem ama”, ou até mesmo o texto que escrevi à pouco (sim, também aderi a modinha, isso não é uma crítica nem nada, só tô constatando e viajando um pouco, pra variar), algo como: “o amor só pode ser eterno se não consumado” e etc. não, pô, não é assim que funciona. o amor é o fim da solidão, é sim. e se o amor for verdadeiro, ele é eterno sim, ok. não falo de amor homem-mulher, esse é só mais um tipo dentre tantos. tá, não acredito em almas gêmeas, mas acredito que tem sim, alguém sim, que pode te fazer muito feliz e por muito tempo. e isso não tem que ser pra sempre, pra sempre é muito tempo. se te fizer feliz por 6 meses, pô, você foi feliz por 6 meses, isso é maravilhoso, não é motivo pra ficar triste por mais 6. fique feliz pelos 6, e continue, logo viram mais 6,12,18…

não acredito em idelizações, isso não. ele NÃO vai ser como você quer, não, ela também NÃO vai ser como tu quer. são o que são, você o ama dessa forma? então aproveite. aproveite o tempo que for, simplesmente. sem ficar pensando se vão casar, se vão ficar pra sempre. e se não der com ele, virão outros, e você estará mais maduro. aprendizado, tudo é aprendizado.

não precisa ser necessariamente otimista, mas também não seja pessimista. nem oito nem oitenta. seja coerente. apenas viva. e não tema, se dê as chances, elas aparecem, aceite o convite, diga sim, às vezes as coisas acontecem da forma que menos esperamos, e é melhor do que todas essas idealizações bobinhas que você andou fazendo aí. depois me conta.

sono.

Dezembro 8, 2008

7:30 da manhã, segunda feira, despertador tocando incessantemente.

- saco, tá na hora. (levanta-se cambaleante)

escova os dentes, coloca uma roupa, toma um toddy e vai para o ponto de ônibus.

20 minutos de espera…

o ônibus chega, ele entra, cumprimenta o motorista, o cobrador, e passa a roleta.

senta-se à janela, o sol forte nos olhos, fone nos ouvidos, tocando uma música pesada.

repara que ao seu lado, está uma menina, uma menina bonita, com cabelos compridos, liso, escuro. ela tem a pele clara, o rosto fino e uma boca muito bem desenhada, traços suaves. uma roupa básica, blusinha, jeans e tênis.

ele hipnotiza-se, olha pra ela e viaja. ela olha pro lado e percebe, por segundos, trocam olhares. ele se sente mal – “ela é muito bonita, não tenho o direito de desejá-la”.

ela: oi!

ele: oi!

ela: tá tudo bem? vi que você estava me olhando.

ele: é… sim, claro eu… eu tava olhando o teu cabelo.

ela: por quê?

ele: é bonito. gosto de cabelo, sempre reparo. desculpe se te incomodei, não foi intencional.

ela: nada. eu só fiquei receosa que nós nos conhecêssemos e, eu, não estivesse te reconhecendo, detesto essa sensação. hehe. é porque você, de certa forma, não me é estranho, sabe.

ele: (nervoso) não, não nos conhecemos… infelizmente, eu diria.

ela: hehe.

ele: (o que eu falo, meu Deus? peço o telefone? pergunto o nome? pergunto o que faz, onde mora? e  agora, nunca pensei que teria a oportunidade de conversar com ela, e agora isso. o que eu faço? nah, se eu pedir o telefone é capaz de ela rir da minha cara. vai me achar pretensioso, achar que todos os homens são iguais, que só tem interesse nela porque ela é bonita – não que não seja verdade, mas além de acha-la linda, adorei o jeito dela, o olhar, a forma como fala…me Deus)

ela: bom, é aqui que desço. foi um prazer. até mais…

ele: até…

mas só às vezes…

Dezembro 4, 2008

dá a impressão que o amor só pode ser romântico e eterno, se não consumado, se ficar somente no mundo das possibilidades. pessimismo? não, c´est la vie.

Coldplay

Dezembro 4, 2008

e como é bonita a primeira música do cd novo do Coldplay.