não, esse post não é uma crítica do filme de Mike Nichols, mas sim, tem relação com ele. certa vez em um forum de discussões, Closer foi o filme da vez, e lembro-me também que falei algo similar a: esse filme é uma espécie de utopia nos relacionamentos amorosos, no bom sentido – óbvio que soou estranho, já que o filme “desmascara” os romances e, de certa forma, é pessimista, mas explico o que eu quis dizer com essa “utopia”.
os relacionamentos modernos são cercados por joguinhos, disputas, quedas de braço, orgulho, etc, e sabe, não tenho saco pra isso não, e nesse ponto acho que Closer é perfeito, é óbvio que o que é visto na tela é uma ficção, é a sinceridade amplificada, caricatural até. mas que dá uma vontade de trazer daquele mundo paralelo, pra o nosso, ah dá!
ali não existem jogos, ali as pessoas abrem o jogo, falam o que pensam, o que sentem, e de forma direta, não perdem seus tempos e nem o do seu parceiro correndo atrás do próprio rabo, isso denota respeito por si e pelo outro e é disso que sinto falta, sinto mesmo. lá eles vivem, sentem, otimizam seu tempo, não jogam.
PS: Narizinho, esse é teu.

esse quarteto aí faz a vida de qualquer um mais divertida. assistam seinfeld, também conhecida por maior série de todos os tempos.