
o aronofsky abandonou aquele cinema cheio de maneirismos e tiques estéticos (sim, eu gosto de requiem assim mesmo) nesse novo. a impressão que fica é que ele resolveu preocupar-se mais com o estado psicológico de seus personagens do que massagear seu ego de diretor-cult-fazedor-de-arte. pois bem, mostra talento sendo mais comedido e, principalmente, objetivo. o lutador dentre toda sua gama de complexidade psicológica, é, acima de tudo, um filme sobre o passado e o presente, sobre o velho contra o novo, sobre o esquecimento, sobre a solidão.
nota: 3/4