Posts de Dezembro, 2008

hohoho!

Dezembro 25, 2008

então, é natal néaam. só queria desejar tudo de melhor a todos os maloqueiros que lêem essa espelunca. agradecer a atenção e, de certa forma, a compreeensão. em termos gerais não sou muito fã do natal, mas já que a data por si só se torna tão evocativa, e todos ficam de coração tão mole, aproveito pra reiterar o desejo de melhores dias pra todos. e vamos beber até cair.

felicitaciones!

pois ói…

Dezembro 19, 2008

pode ser que, mesmo parecendo que está tudo dando errado, no fim das contas, tá dando tudo certo. só falta embarcar.

táva afim de…

Dezembro 18, 2008

escrever sobre alguma coisa, mas me faltou criatividade. fica pra próxima.

Jabor.

Dezembro 15, 2008

“Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário? Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade.”

Arnaldo Jabor

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onde eu assino?


de quando em vez.

Dezembro 15, 2008

de vez em quando, a gente tem que notar a diferença entre persistência e burrice. tá gritanto na tua cara, né. pô.

Capitu

Dezembro 12, 2008

lamentável essa série, o Luíz Fernando Carvalho nunca me agradou, não sabe fazer cinema, seriado etc, nada que necessite de uma tela. o negócio dele, pelo visto, é teatro. ou, escrever livros. que merda de linguagem é essa? narração em off, capítulos etc, é a porcaria de um livro? pô, são mídias diferentes, Luíz, não se deve ser fiel, se deve arriscar, fazer algo novo. – mas a roupagem é nova, você pode me dizer. sim, o visual é bonito, apesar de cansativo, demasiado fantástico. mas é um disfarce pra punhetagem em cima do texto, a forma teatral preso ao livro, pra um seriado? não serve. já havia cometido o mesmo erro em A Lavoura Arcaica, e sabe por que? porque o Luíz é covarde, porque ele quer ser fiel a obra. quem quer fidelidade, que leia o livro. adaptação, não transposição. mídias diferentes, pra isso se tem a diversidade. aí quando se tenta transpor apenas, se perde o ritmo, a edição fica chata, desajeitada, perneta.

e sobre Elephant Gun do Beirut, a música é mágica, assim como todas as outras dos discos. pena que agora virou “a música da série da globo” – sendo que ela é anterior a isso, bem como todo trabalho do Zach Condon. essas febrezinhas são bobas, e típicas.

eu vou, mas eu volto.

Dezembro 9, 2008

engraçado como virou tipo uma moda ver as coisas de forma pessimista. principalmente nos relacionamentos, no amor, sobretudo. frases de efeito, como: “a solidão é o fim de quem ama”, ou até mesmo o texto que escrevi à pouco (sim, também aderi a modinha, isso não é uma crítica nem nada, só tô constatando e viajando um pouco, pra variar), algo como: “o amor só pode ser eterno se não consumado” e etc. não, pô, não é assim que funciona. o amor é o fim da solidão, é sim. e se o amor for verdadeiro, ele é eterno sim, ok. não falo de amor homem-mulher, esse é só mais um tipo dentre tantos. tá, não acredito em almas gêmeas, mas acredito que tem sim, alguém sim, que pode te fazer muito feliz e por muito tempo. e isso não tem que ser pra sempre, pra sempre é muito tempo. se te fizer feliz por 6 meses, pô, você foi feliz por 6 meses, isso é maravilhoso, não é motivo pra ficar triste por mais 6. fique feliz pelos 6, e continue, logo viram mais 6,12,18…

não acredito em idelizações, isso não. ele NÃO vai ser como você quer, não, ela também NÃO vai ser como tu quer. são o que são, você o ama dessa forma? então aproveite. aproveite o tempo que for, simplesmente. sem ficar pensando se vão casar, se vão ficar pra sempre. e se não der com ele, virão outros, e você estará mais maduro. aprendizado, tudo é aprendizado.

não precisa ser necessariamente otimista, mas também não seja pessimista. nem oito nem oitenta. seja coerente. apenas viva. e não tema, se dê as chances, elas aparecem, aceite o convite, diga sim, às vezes as coisas acontecem da forma que menos esperamos, e é melhor do que todas essas idealizações bobinhas que você andou fazendo aí. depois me conta.