Posts de Novembro, 2008

Elephant Gun

Novembro 28, 2008

If I was young, I’d flee this town
I’d bury my dreams underground
As did I, we drink to die, we drink tonight

Far from home, elephant gun
Let’s take them down one by one
We’ll lay it down, it’s not been found, it’s not around

Let the seasons begin – it rolls right on
Let the seasons begin – take the big king down

Let the seasons begin – it rolls right on
Let the seasons begin – take the big king down

And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the night

And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the silence, all that is left is all that i hide

de vez em quando…

Novembro 28, 2008

…é bom.

elefante cor de rosa.

Novembro 24, 2008

as pessoas têm reclamado que eu só escrevo de filmes, que não faço mais aqueles textinhos de cunho sentimental-pessoal-bobinho, mas se vocês notarem, não há nada mais pessoal que comentar um filme, ou, de expor nossa opinião sobre qualquer forma de arte. quando a gente escreve um texto – via de regra – usamos algumas máscaras necessárias, no intuito de auto-preservação mesmo, como forma de não baixar tanto a guarda. agora, quando falamos da arte, da forma que nos atinge, estamos nús. nossos sentimentos mais íntimos são expostos. em se avaliando o que a pessoa diz, e o que são as personagens, os diálogos etc, e medindo o impacto desses elementos em quem escreve sobre, dá pra saber muito da pessoa, muito mesmo.

Vicky Cristina Barcelona (Woody Allen, 2008)

Novembro 20, 2008

adoro esse título, essa coisa de transformar essas três personagens em uma coisa só. tô com preguiça de escrever, mas queria deixar registrado que o novíssimo filme do Woody Allen é ótimo, agradável… delicioso. interessantíssima a opção por trocar Londres (Manhattan bailou faz tempo, pena) por Barcelona, em busca de maior calor e, ele consegue, o filme transborda calor. e os personagens também. e eu encontrei o novo amor da minha vida. não, não é a Scarlett Johansson, é a atriz – que eu não conhecia -  que interpreta a Vicky (Rebecca Hall – foto), tem uma doçura, um olhar meigo, nossa. já a Penélope Cruz (a melhor personagem do filme, melhor atuação também) pulsa sexualidade, é a fêmea por defiinição, inacreditável o magnestismo dela.

adoro essa coisa meio mochileira de viajar em busca de algo, sem bem saber o que é, e lá pelas tantas se deparar com situações jamais imaginadas, e isso tudo mudar completamente a tua vida, ou não – que dependendo do caso, é mais sensacional ainda. eita destino irônico.

nota: 3/4

Santa Chuva

Novembro 15, 2008

Vem cá que tá me dando uma vontade de chorar,
Não faz assim, não vá pra lá, meu coração vai se entregar à tempestade

Quem é você pra me chamar aqui se nada aconteceu?
Me diz, foi só amor ou medo de ficar sozinho outra vez?

Cadê aquela outra mulher?
Você me parecia tão bem…

… Não há porque chorar por um amor que já morreu,
Deixa pra lá, eu vou, adeus.
Meu coração já se cansou de falsidade

uma das coisas mais lindas que já ouvi, obrigado Marcelo Camelo

007 Quantum of Solace (Marc Forster, 2008)

Novembro 7, 2008

a crônica da morte anunciada. o filme tenta começar da mesma forma que o Cassino Royale, com uma já empolgante sequência de ação, que falha miseravelmente na execução. por quê? bom, por causa do cidadão que atende pelo nome de Marc Forster, que definitivamente deveria ser preso. incrível que não possua a mínimo noção de ação, cenas confusas, câmera enfiada em lugares errados, com zoom muito alto, nossa, uma bosta mesmo. a perseguição até tinha tudo pra ser bem empolgante se eu conseguisse ver alguma coisa. pós introdução, entram os já clássicos créditos personalizados, muito ruins, sem criatividade alguma, junto disso a trilha tema, igualmente ruim.

só não digo ser a maior decepção do ano porque tem um bom elenco e o fiapo de enredo até que dá pro gasto, mas não sei, além da péssima escolha pra direção, o que no Cassino Royale todos que gostamos de James Bond tínhamos esperança é que, o filme fosse tão “pé no chão” por se tratar de um prólogo, com o passar do tempo aquela falácia típica do agente britânico tornaria à série, ledo engano, ao menos aqui, que segue na mesma linha do anterior, o Bond do Craig é extremamente sisudo, não tem o charme e a ironia que fizeram, por exemplo, de Roger Moore o melhor da série, com Sean Connery e Brosnan logo atrás, todos muito completos nesse sentido. não que Craig seja ruim, ao contrário, se mostrou um ótimo “brucutu” de ação, mas sei lá, como romântico que sou, o rumo atual me assusta, de certa forma.

nota: 1/4