a crônica da morte anunciada. o filme tenta começar da mesma forma que o Cassino Royale, com uma já empolgante sequência de ação, que falha miseravelmente na execução. por quê? bom, por causa do cidadão que atende pelo nome de Marc Forster, que definitivamente deveria ser preso. incrível que não possua a mínimo noção de ação, cenas confusas, câmera enfiada em lugares errados, com zoom muito alto, nossa, uma bosta mesmo. a perseguição até tinha tudo pra ser bem empolgante se eu conseguisse ver alguma coisa. pós introdução, entram os já clássicos créditos personalizados, muito ruins, sem criatividade alguma, junto disso a trilha tema, igualmente ruim.
só não digo ser a maior decepção do ano porque tem um bom elenco e o fiapo de enredo até que dá pro gasto, mas não sei, além da péssima escolha pra direção, o que no Cassino Royale todos que gostamos de James Bond tínhamos esperança é que, o filme fosse tão “pé no chão” por se tratar de um prólogo, com o passar do tempo aquela falácia típica do agente britânico tornaria à série, ledo engano, ao menos aqui, que segue na mesma linha do anterior, o Bond do Craig é extremamente sisudo, não tem o charme e a ironia que fizeram, por exemplo, de Roger Moore o melhor da série, com Sean Connery e Brosnan logo atrás, todos muito completos nesse sentido. não que Craig seja ruim, ao contrário, se mostrou um ótimo “brucutu” de ação, mas sei lá, como romântico que sou, o rumo atual me assusta, de certa forma.
nota: 1/4