“não solta da minha mão!”
foi o que eu disse pra ela, mas ela não me ouviu. ela soltou, e foi… eu não sei pra onde, mas espero que não se arrependa. não que eu esteja com raiva nem nada, mas eu canso, eu também canso as vezes, sabe.
eu sempre estarei com a mão estendida, mas as coisas não voltam a ser as mesmas como num apertar de botão, e eu temo que se ela voltar, eu não tenha mais vontade de segurar a mão dela como antes.